Homem com as mãos no rosto e moletom azul

Síndrome de Burnout: conheça os sintomas e como manter o seu time saudável

A Síndrome de Burnout é um problema que tem se tornado cada vez mais comum na ambiente de trabalho. A ideia de ser multitarefa muitas vezes esconde um perigoso caminho para o excesso de trabalho e cobranças, levando ao esgotamento por completo do profissional.

A própria palavra burnout, de origem na língua inglesa, é uma expressão que significa algo como queimar por completo, tal como quando acendemos um fósforo e o vemos queimar até as últimas fagulhas, se transformando em cinzas.

Se você quer evitar esse tipo de problema no seu time e conhecer mais sobre os principais sinais, fique de olho neste artigo. Lembre-se, manter a qualidade de vida do seu time é manter uma empresa saudável. Confira:

O que é a Síndrome de Burnout?

Como já dito anteriormente, a síndrome de Burnout é um estado de esgotamento total. Em termos médicos é entendido como um distúrbio de caráter depressivo de esgotamento físico e mental intenso, de acordo com Herbert J. Freudenberger, psicanalista alemão, que usou e criou o termo em 1970 para diagnosticar o próprio estado em que estava.

Mas foi somente 2019 que a Organização Mundial da Saúde, reconheceu a síndrome de burnout como uma doença. Quase sempre ligada ao esforço excessivo no campo profissional.

De olho na sua equipe: sintomas da Síndrome de Burnout

Se você ou alguém da sua equipe começa o dia sem querer sair da cama e o cansaço é constante, mesmo após um final de semana de descanso, pode ser que seja a hora de pisar no freio para evitar o agravamento do problema. Geralmente, a síndrome surge após esforços intensos no trabalho com pouquíssimo tempo para recuperação.

De acordo com o site do Ministério da Saúde, os principais sintomas dessa doença são:

 

  • Cansaço excessivo, físico e mental
  • Dor de cabeça frequente
  • Alterações no apetite
  • Insônia
  • Dificuldades de concentração
  • Sentimentos de fracasso e insegurança
  • Negatividade constante
  • Sentimentos de derrota e desesperança
  • Sentimentos de incompetência
  • Alterações repentinas de humor
  • Isolamento
  • Fadiga
  • Pressão alta
  • Dores musculares
  • Problemas gastrointestinais
  • Alteração nos batimentos cardíacos

 

Tratamento não deve ser negligenciado

Como grande parte das doenças psicológicas, os sinais começam a surgir de forma branda, mas, se negligenciados, tendem a aumentar com o tempo. Se perceber que alguém do seu time está desenvolvendo o transtorno, o aconselhe a procurar ajuda médica especializada e dê um tempo para que o colaborador busque o auxílio necessário. Também deixe claro que isso não irá interferir em sua avaliação sobre trabalho sobre ele e muito menos irá ameaçar sua posição na empresa.

O tratamento da síndrome de burnout é feito em geral com psicoterapia. Alguns casos podem envolver a administração medicamentosa, de acordo com a orientação do psiquiatra ou psicólogo. Em média, o tempo para recuperação é de três meses, variando de paciente para paciente. Uma vez diagnosticado, é ideal mudar a rotina do colaborador, dar dias de folga e férias para que ele possa se recuperar de forma adequada.

Mas como evitar que minha equipe se esgote por completo?

Produzir é bom! E produzir muito é ainda melhor, certo? Correto! Mas se isso está colocando a saúde mental da sua equipe (e até mesmo a sua) em risco, talvez diminuir a produção para um ritmo menor pode trazer benefícios maiores a longo prazo.

Conhecer a sua equipe também é um ponto muito importante. Alguns funcionários podem ser mais analíticos, outros preferem ser mais práticos, isso pode fazer com que você adeque as funções e tarefas sem a necessidade de sobrecarregar ninguém.

9 passos para evitar a Síndrome de Burnout

  1. Trace objetivos no campo pessoal e profissional;
  2. Invista tempo em lazer para ficar com a família e amigos;
  3. Quebre a rotina sempre que puder veja um filme, jante fora, por exemplo;
  4. Cerque-se de pessoas positivas e que te apoiam;
  5. Tenha alguém com quem possa abrir os sentimentos;
  6. Atividades físicas sempre! Academia, dança, corrida, natação etc;
  7. Evite o consumo de álcool e tabaco;
  8. Jamais se automedique com ansiolíticos ou outros medicamentos do gênero;
  9. Consulte um psicólogo/psiquiatra regularmente deixe o preconceito de lado e cuide bem de você por inteiro;

Ufa! Chegou ao fim deste texto pensando que pode ser hora de pisar no freio um pouco? Então, relaxe! Antes de voltar ao trabalho, leia mais dois artigos da nossa seção sobre Recursos Humanos clicando aqui para entrar nela.

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